Projetos de eficiência energética e descarbonização em sistemas térmicos raramente travam por falta de tecnologia. Na maioria das vezes, travam por falta de confiança no número. A operação percebe desperdícios. A engenharia identifica oportunidades. O fornecedor apresenta estimativas de economia. Mas, quando a proposta chega na diretoria ou no board, surge a pergunta que define se o CAPEX avança ou não: Qual é o consumo real atual do sistema e como será comprovado o resultado